Mais o que realmente marca está página de história do "El Clássico", que tem páginas escritas na ditadura de Franco, páginas escritas nos pés de Di Stéfano e na cabeça de Evaristo de Macedo, é o imprevisível mais uma vez, e somente isso. O grande futebol era esperado e foi cumprido, a rivalidade era esperada e foi cumprida (com rigor), mais o líder Real Madrid, soberano, superior e invicto com o comando tático e psicológico quase perfeitos até então de José Mourinho, simplesmente apagou, foi encantado, e encantado com uma magia, que transformou os jogadores em espectadores, Ronaldos em palhaços e previsto equilibro em "real" diferença.
Cristiano Ronaldo, total monstro em campo neste inicio de temporada se transformou em mero coadjuvante, mesmo empurrando Pep Guardiola, mesmo com "mãozinha na cintura" querendo o foco de um olho, mais não obteve um olho que fosse, e um olho que não fosse de Xavi, não teria mudado a história da partida. Passes, liderança, gols, vibração e o que mais você propor, sim, ele demonstrou em campo mais uma vez. A individualidade merengue, a velocidade de Ronaldo, a precisão de Özil, a habilidade de Di Maria, simplesmente anulada por uma coisa, que não estava na partida de Xavi, não estava na canhota de Messi e muito menos na garra e raça de Carles Puyol (sem desmerecimento né, Ronaldo?). O Coletivo, o tic-tac de um relógio preciso catalão.
Depois dessa ducha de água fria, a cabeça-planeta Mourinho, vai pensar 2, 3, 15 vezes, como pensou quando técnico da Internazionale, antes de encontrar uma camisa azul-grená em sua frente.
Cristiano Ronaldo, total monstro em campo neste inicio de temporada se transformou em mero coadjuvante, mesmo empurrando Pep Guardiola, mesmo com "mãozinha na cintura" querendo o foco de um olho, mais não obteve um olho que fosse, e um olho que não fosse de Xavi, não teria mudado a história da partida. Passes, liderança, gols, vibração e o que mais você propor, sim, ele demonstrou em campo mais uma vez. A individualidade merengue, a velocidade de Ronaldo, a precisão de Özil, a habilidade de Di Maria, simplesmente anulada por uma coisa, que não estava na partida de Xavi, não estava na canhota de Messi e muito menos na garra e raça de Carles Puyol (sem desmerecimento né, Ronaldo?). O Coletivo, o tic-tac de um relógio preciso catalão.
Depois dessa ducha de água fria, a cabeça-planeta Mourinho, vai pensar 2, 3, 15 vezes, como pensou quando técnico da Internazionale, antes de encontrar uma camisa azul-grená em sua frente.
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